Ser fonte na InfoMoney diz muito sobre onde a Treeal chegou
Aparecer como fonte em uma reportagem da InfoMoney não é um detalhe pequeno. O veículo é um dos mais respeitados do país quando o assunto é economia, mercado financeiro, negócios e tecnologia, e é leitura diária de investidores, executivos e tomadores de decisão. Quando um repórter da casa escolhe quem vai explicar uma tendência ao seu público, essa escolha funciona como um selo de credibilidade. Foi nesse lugar que a Treeal apareceu no dia 16 de setembro de 2026, na reportagem "Após a era das faciais, a biometria das veias da mão é a nova aposta da cibersegurança", assinada por Maria Luiza Dourado. E não foi uma menção de passagem. João Santos, CEO da Treeal, foi uma das vozes centrais para explicar por que a biometria da palma da mão está no radar de bancos, fintechs e empresas de segurança.
Veja a matéria completa na íntegra: Após era da facial, biometria das veias da mão é a nova aposta da cibersegurança.
O que a reportagem discute: a facial ficou exposta demais
A matéria parte de um problema que qualquer pessoa consegue entender. A biometria facial se tornou padrão porque a câmera do celular está em todo lugar, o que parecia a solução perfeita para autenticar usuários. O tempo mostrou o outro lado. O rosto é uma das informações mais expostas que existem, com centenas de imagens de cada pessoa circulando pela internet, e isso abriu espaço para golpes cada vez mais elaborados. A reportagem conecta esse cenário ao momento atual, em que a inteligência artificial e os deepfakes tornaram as fraudes mais convincentes e mais baratas de produzir. É nesse ponto que entra a busca por uma alternativa mais confiável para o mundo presencial, e a resposta que ganha força é a biometria da palma da mão. A biometria palmar cresce rápido porque une a geometria da mão à leitura do fluxo sanguíneo, o que permite comprovar que ali existe uma pessoa viva no momento da autenticação.
A explicação técnica que João Santos levou ao público da InfoMoney
O que dá força à participação da Treeal na reportagem é a clareza com que o CEO traduz um tema complexo em números que qualquer decisor entende. João Santos explica que a biometria facial trabalha com um índice de falso positivo na ordem de 10⁻³, ou seja, uma falha a cada mil tentativas. A da palma da mão opera em 10⁻⁶, uma possível falha a cada um milhão. Na prática, isso significa uma assertividade cerca de mil vezes maior. Ele faz questão de desfazer um mal-entendido comum: a tecnologia não captura uma simples foto da mão. São mais de 40 itens levantados, incluindo pressão sanguínea, índice de veias, músculos, nervos e a estrutura da mão. Como ele resume na matéria, não dá para reproduzir uma mão passando sangue, com pressão sanguínea real. Esse é o detalhe que muda o jogo contra o fraudador. A reportagem complementa com os números da tecnologia: taxa de falsa aceitação inferior a 0,0000001%, taxa de falsa rejeição inferior a 0,01% e autenticação completa em menos de 300 milissegundos.
Da China ao metrô de Brasília, com a Treeal operando no Brasil
A reportagem também mostra que isso não é promessa de laboratório. A base é a plataforma PalmAI, da Tencent, dona das patentes da tecnologia, que a Treeal opera no Brasil em parceria com a Positivo para a fabricação dos equipamentos que serão integrados a terminais de pagamento e pontos de autenticação. Os números de escala impressionam. Segundo dados da Tencent citados na matéria, a solução já soma mais de 50 milhões de usuários ativos, mais de 2 bilhões de transações processadas e mais de 200 mil pontos de uso. Um dos casos mencionados é a adoção em 1.500 lojas da rede 7-Eleven na China, onde a eficiência dos caixas subiu 25% no horário de pico e 70% dos clientes passaram a preferir pagar com a palma da mão. No Brasil, a reportagem cita o piloto conduzido em 2025 no metrô de Brasília, voltado a 3 mil usuários com direito à gratuidade, como idosos. E aponta para onde isso caminha. Na visão de João Santos, a mão vai substituir cartão, celular e documento. A ideia, como ele descreve, é que a sua mão passe a ser o seu cartão, associada ao crédito e ao Pix, servindo ao mesmo tempo para dizer quem você é e para pagar. Ele dá um exemplo simples: chegar a um show, entrar apenas com a autenticação pela mão, comprar uma bebida do mesmo jeito e acessar uma área restrita, tudo com o mesmo gesto.
O recado final: o futuro é de múltiplas biometrias
Um mérito da reportagem, e um ponto em que a Treeal concorda, é não tratar nenhuma tecnologia como solução mágica. A palma da mão desponta como a melhor aposta para autenticação presencial, mas a direção do mercado é combinar camadas. João Santos fala em um futuro de multibiometrias, em que cada operação usa a verificação mais adequada ao seu risco, misturando palma, comportamento e outros fatores quando faz sentido. Esse equilíbrio é o que separa discurso de tecnologia madura. E é exatamente aí que a Treeal se posiciona: levando ao Brasil uma tecnologia de padrão global, com respaldo de um veículo do peso da InfoMoney, e aplicando-a a pagamentos, controle de acesso e identidade. Para quem lida com grande fluxo de pessoas e não pode abrir mão de segurança, a mensagem da reportagem é clara. A biometria da palma da mão saiu do campo das ideias e chegou à operação real, e a Treeal está na frente dessa transição.
Leia a reportagem completa da InfoMoney: Após era da facial, biometria das veias da mão é a nova aposta da cibersegurança.
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