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BaaS 26 Oct 2026· 8 min de leitura· por Gabriel Poli
Texto alternativo: Celular com aplicativo de conta digital e cartão verde com chip e aproximação, sob a chamada “Um banco digital com sua marca”. Descrição: Capa Treeal sobre BaaS e serviços financeiros com marca própria, com aplicativo e cartão ilustrativos em destaque.

Como ter o seu próprio uma conta digital com a sua marca

Como ter um conta digital com a sua marca via BaaS: o que é, os números do mercado, o que muda com a Resolução 16/2025 e como a Treeal faz.

  • O que é BaaS e por que ele é o caminho mais curto para ter um banco digital próprio.
  • Os números do mercado que explicam por que tanta empresa quer ter sua conta digital com sua marca.
  • A dor de ver o dinheiro do seu cliente parar na conta de outro parceiro.
  • O que a Resolução Conjunta 16/2025 mudou, e por que isso joga a seu favor.
  • A conta que justifica o investimento: onde o BaaS vira receita de verdade.

O mundo inteiro caminha para empresas de todo tipo oferecerem serviço financeiro com a própria marca, e os números mostram o tamanho disso. O embedded finance no Brasil foi estimado em cerca de US$ 14,16 bilhões em 2025, com projeção perto de US$ 18 bilhões até 2030, segundo relatórios da Research and Markets e da GlobalData. No mesmo ritmo, o BaaS global deve crescer entre 21% e 27% ao ano até 2030, de acordo com consultorias como Virtue Market Research e The Business Research Company.

O Brasil já tem os trilhos prontos: o Pix fechou 2025 com 79,8 bilhões de transações e R$ 35,36 trilhões movimentados, segundo o Banco Central, enquanto o Open Finance passou de 200 milhões de consentimentos ativos em 2026 e colocou o país na liderança global.

Colocar a sua marca na conta digital do seu cliente deixou de ser coisa dos grandes bancos. Dá pra ter uma conta digital com a sua cara usando a infraestrutura financeira de quem já é autorizado pelo Banco Central. O nome disso é BaaS, e a gente vai te mostrar, por que esse movimento virou a grande tendência e como ele paga o investimento feito.

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Saiba mais sobre o BaaS da Treeal

O que é BaaS?

Banking as a Service (BaaS) é a estrutura que deixa a sua empresa oferecer conta, Pix, cartão e pagamentos com a própria marca, usando a infraestrutura financeira de um parceiro com licença e a tecnologia de uma instituição autorizada pelo Banco Central. A função principal dele no mercado brasileiro é colocar um empresas que tenham contas digitais de pé em semanas, sem o custo e a espera de uma licença própria.

Os números que explicam o BaaS

Esse movimento não é modinha, é dinheiro grande entrando num mercado em expansão. No mundo, o BaaS é projetado para crescer entre 21% e 27% ao ano até 2030, dependendo da consultoria e do recorte, segundo levantamentos de casas como Virtue Market Research e The Business Research Company. No Brasil, o embedded finance, que é a família onde o BaaS mora, foi estimado em cerca de US$ 14,16 bilhões em 2025, com projeção perto de US$ 18 bilhões até 2030, segundo relatórios da Research and Markets e da GlobalData.

O que destrava essa curva são dois trilhos que o Brasil já tem rodando perfeitamente e sendo aprimorados cada vez mais:

  • O primeiro é o Pix, que fechou 2025 com 79,8 bilhões de transações e R$ 35,36 trilhões movimentados, segundo o Banco Central, barateando o custo de transação para quase zero.
  • O segundo é o Open Finance, que passou de 200 milhões de consentimentos ativos em meados de 2026 e colocou o Brasil na liderança global de compartilhamento de dados, pelos painéis oficiais citados pela imprensa e pelo relatório Zetta.

Pix de graça mais abundante é o terreno perfeito para qualquer empresa oferecer conta e crédito com a própria marca.

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Entenda mais sobre o Pix

O que leva empresas quererem o seu próprio BaaS?

Quem vende muito e não tem banco próprio vive três incómodos que pesam no bolso:

  • O primeiro é a receita que escorre pelo ralo: cada conta, cartão e tarifa do seu cliente rende para um terceiro, não para você.
  • O segundo é o relacionamento pela metade. O cliente é seu, mas a experiência financeira tem a cara de outra marca, e você não enxerga o comportamento de pagamento dele.
  • O terceiro é a dependência. Toda vez que precisa de um ajuste, de um relatório ou de uma condição nova, você fica na fila de um banco que não foi feito para o seu negócio.

Ter uma infraestrutura financeira que emita contas digitais com a próprio marca, vira a chave porque ataca as três dores de uma vez. A marca na tela, a receita recorrente no seu caixa e o dado do cliente na sua mão. Sua empresa deixar de apenas vender e passar a ser dono da relação financeira com quem compra de você.

O que mudou com as novas regras do BaaS?

Em Novembro de 2025, o Banco Central e o CMN publicaram a Resolução Conjunta nº 16/2025, o primeiro marco regulatório específico para o BaaS no Brasil, ela organizou a casa.

A instituição licenciada, que empresta a infraestrutura, é quem responde pela regulação, pela segurança e pelo sigilo. A sua empresa entra como tomadora, com a marca e a experiência do cliente nas suas mãos, sem carregar sozinha o peso regulatório.

A regra também fechou a porta para as antigas contas-bolsão e deu um calendário: contratos antigos têm até 31 de Dezembro de 2026 para se adequar, e a partir de 1º de Janeiro de 2027 toda relação de BaaS precisa estar em conformidade. Fontes de mercado já falam em consolidação, com o número de provedores encolhendo conforme a régua sobe. Para quem vai começar agora, isso é bom.

Você entra num modelo com regra clara, menos risco jurídico e um parceiro que precisa provar governança para operar.

Leia sobre: As novas regras do Pix

A conta que justifica o seu investimento

Montar uma infraestrutura financeira do zero, com licença própria, é caminho de anos e de muitos milhões em capital e estrutura, segundo estimativas do próprio setor. Pelo BaaS, o mesmo lançamento de uma conta digital com marca própria costuma sair em poucos meses, sem esse investimento inicial.

Agora junte as pontas. De um lado, o investimento no BaaS é uma fração do custo de uma licença, e entra no ar rápido. Do outro, você passa a capturar receita de um mercado que cresce dois dígitos ao ano: tarifa, a receita que o saldo parado gera, e principalmente recorrência e retenção.

Um cliente que tem conta, cartão e Pix na sua marca volta mais, fica mais e compra mais. É por isso que os números justificam o movimento: o custo de entrar caiu, os trilhos (Pix e Open Finance) já estão prontos e a fatia de receita a capturar só aumenta. Menos intermediário entre você e o dinheiro do seu cliente, mais margem e mais previsibilidade no caixa e na oferta de crédito.

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O que o BaaS da Treeal coloca na sua mão?

A Treeal é infraestrutura de pagamentos com tecnologia própria, e o BaaS dela foi feito para o negócio real. Você sobe conta digital PJ, cartões de débito e crédito sem anuidade e pagamentos com a sua marca, tudo integrado por uma API Pix moderna.

Em cima da base, você conecta o que o seu negócio pede: Open Finance para enriquecer dados e crédito, Pix Recorrente para mensalidade sem depender de cartão, antecipação de recebíveis para destravar caixa e até pagamento pela palma da mão com o PalmBio, para quem quer sair na frente em experiência.

Bora colocar o seu banco digital de pé?

Se a sua empresa já tem base de clientes e quer parar de entregar a receita financeira para terceiros, o BaaS da Treeal é o caminho certo para ter um banco com a sua marca.

Fala com a gente e nós desenhamos a sua operação junto com você.

Treeal ao lado de quem faz acontecer.

Perguntas Frequentes

Como ter um banco digital com a minha marca?

O caminho mais rápido é o BaaS: você contrata uma instituição autorizada pelo Banco Central, que entra com a licença e a infraestrutura, e oferece conta, Pix e cartão com a sua marca e a sua experiência. Pela Resolução 16/2025, a sua empresa atua como tomadora, sem precisar de licença própria.

O que é BaaS (Banking as a Service)?

É a estrutura que permite a uma empresa oferecer serviços financeiros com a própria marca usando a licença e a tecnologia de uma instituição autorizada. Na prática, é o que deixa você ter um banco digital sem construir toda a parte regulatória do zero.

O mercado de BaaS está crescendo mesmo?

Está. Levantamentos de mercado projetam o BaaS global crescendo entre 21% e 27% ao ano até 2030, e o embedded finance no Brasil saindo de cerca de US$ 14 bilhões em 2025 para perto de US$ 18 bilhões em 2030. São estimativas de consultorias, mas apontam todas para a mesma direção.

Preciso de licença do Banco Central para ter um banco digital?

No modelo BaaS, não. A responsabilidade regulatória fica com a instituição prestadora, que é licenciada. A sua empresa entra como tomadora, com a marca e o relacionamento com o cliente. Para licença própria, aí sim é preciso autorização direta do Banco Central, com capital e prazo bem maiores.

Quanto tempo leva para lançar uma conta digital com marca própria?

Por estimativas do setor, uma operação com BaaS costuma ir ao ar em poucos meses, contra os anos que uma licença própria exige. O prazo real depende do escopo, da integração e do parceiro escolhido.

Qual a diferença entre banco digital e conta digital white label?

Conta digital white label é a conta com a sua marca rodando sobre a infraestrutura de um parceiro. Banco digital é o conjunto maior: conta, cartão, Pix, crédito e pagamentos sob a sua marca. O BaaS é a base que sustenta os dois.

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