O PalmBio by Treeal deixou de ser novidade de feira de tecnologia e virou rotina. Já funciona no metrô de Brasília, em padarias de São Paulo e em bares e restaurantes da noite paulistana. Conta aqui o que ele faz, onde já está e por que isso muda a vida de quem vende e de quem compra.
Sumário
- O PalmBio by Treeal já está funcionando no Brasil, com clientes reais usando no dia a dia.
- Ele autentica pagamento e acesso pela leitura das veias da palma da mão, sem cartão, celular ou senha.
- Já roda no metrô de Brasília, em padarias de São Paulo e em bares e restaurantes paulistanos.
- A leitura leva menos de 300 milissegundos e confere se a mão é de uma pessoa viva, o que derruba a fraude.
- Serve para varejo, transporte, eventos, arenas e controle de acesso.
Tem lugar em São Paulo onde se paga com a mão já
Numa padaria movimentada, às sete da manhã, a fila do caixa anda devagar porque todo mundo precisa achar o cartão ou desbloquear o celular. Agora tem algumas padarias no estado de São Paulo onde essa cena acabou, o cliente encosta a mão no leitor e segue com o café.
O PalmBio by Treeal é isso: pagar e entrar em lugares usando só a palma da mão. E, diferente de tanta coisa que o mercado anuncia e demora anos para sair do papel, ele já está funcionando, com gente de verdade usando no corre do dia.
Por que a mão, e por que agora?
O Pix e o pagamento por aproximação já deixaram o pagamento rápido. Só que a gente ainda depende de alguma coisa para pagar: o cartão, o celular, a senha, e tem outro problema crescendo de outro lado, que é a fraude. Com a inteligência artificial ficou barato e fácil clonar voz, imitar rosto e armar golpe que engana muita gente.
A palma da mão escapa dos dois problemas, ela não é um objeto que cai, some ou é roubado, e não é uma imagem que dá pra copiar da internet. O que o leitor enxerga é o desenho das veias por baixo da pele, que é diferente em cada pessoa e fica dentro do corpo. Por isso o PalmBio é, ao mesmo tempo, mais seguro e mais prático.
Como funciona de forma prática?
O leitor usa luz infravermelha para ver o padrão das veias e o formato da palma. Junto com isso, ele faz uma checagem de mão viva, que mede calor e circulação de sangue. Uma foto não passa. Um vídeo feito por computador não passa. Uma réplica de silicone também não, porque falta o que só uma mão de verdade tem. A leitura analisa mais de 40 pontos da mão e conclui em menos de 300 milissegundos, mais rápido do que o tempo de abrir a carteira.
Sobre os seus dados, que é uma dúvida justa de quem vai usar: a Treeal e a Tencent Cloud transformam a leitura num código matemático, protegido por criptografia. Não fica salva uma foto da sua mão em lugar nenhum. O cadastro é por vontade do cliente e segue a LGPD. Para quem gosta de número, a chance de o sistema confundir uma pessoa com outra é menor que uma em um milhão.
Onde o PalmBio já está
No metrô de Brasília, o PalmBio foi testado no acesso, com milhares de pessoas passando pela catraca só com a mão, incluindo quem tem direito à gratuidade, como os idosos. Em São Paulo, ele já chegou ao balcão de padarias, restaurantes e bares do estado. Alguns comércios adotaram o pagamento pela palma, e alguns bares e restaurantes da noite paulistana também já deixaram o cliente pagar assim.
Repare que são lugares bem diferentes, e é aí que está a sacada. No metrô, a mão resolve o aperto da entrada no horário de pico. Na padaria, tira o cliente da fila na hora em que todo mundo quer o pão. No bar, ninguém precisa sacar a carteira e no meio da balada para fechar a conta. Onde tem gente que demanda pressa e tecnologia, o PalmBio cabe bem.
O que já roda hoje é só a largada, o mesmo leitor que libera a catraca do metrô serve para a portaria de um condomínio, a entrada de uma empresa ou a catraca de uma academia, com a mão no lugar da chave ou da tag.
Em um show grande, agiliza a entrada de milhares de pessoas e dificulta a fraude de ingresso, porque a credencial passa a ser a própria pessoa. Em jogo de futebol, vale para entrar e também para comprar no intervalo, aquele momento em que a fila da bomboniere custa dinheiro para a arena. E tem o uso de identificação pura, só para confirmar quem é quem, com segurança. Esses são caminhos que a tecnologia abre, construídos a partir do que o mercado já faz lá fora e aqui dentro.
O que a Treeal coloca por trás disso?
A parte que o cliente vê é o leitor, e a que sustenta tudo é a infraestrutura financeira da Treeal.
A Treeal traz ao Brasil a tecnologia PalmAI, da Tencent Cloud, com o hardware da Positivo, e liga isso ao Pix e ao restante da operação de pagamento no mesmo lugar. Para quem vai oferecer o PalmBio, é começar apoiado numa base já rodada em escala mundial, com mais de 50 milhões de pessoas usando e mais de 2 bilhões de transações feitas lá fora.
Para quem paga, é resolver em segundos, sem procurar nada no bolso. Esse é o ganho que importa: tempo e tranquilidade, dos dois lados do balcão.
Bora começar com o PalmBio By Treeal?
Tecnologia boa é aquela que vira hábito. Foi o que aconteceu com o Pix, e está começando a acontecer com a palma da mão. Num metrô, numa padaria, num bar, as pessoas já estão pagando e entrando com a mão sem pensar no que tem por trás.
Se o seu negócio lida com movimento, consumo ou controle de acesso, vem conversar com a gente e ver como o PalmBio entra na sua operação. Quem cria experiência, é lembrado para sem pelo cliente.
Quer levar o pagamento e o acesso pela palma da mão para o seu negócio? Fale com a Treeal

